Notícia O Sindicato | Diretoria | Secretarias | Acordos e convenções | Contato | FILIAÇÃO
| Publicado: 07/01/2009 as 8h6 |
| BRASILEIROS REALIZAM MANIFESTAÇÃO EM SOLIDARIEDADE AO POVO PALESTINO, NESSA QUIN |
Proposta
de boicote a Israel também ganha peso O Comitê de Solidariedade à luta
do povo Palestino do Rio de Janeiro, em conjunto com uma série de movimentos
sociais, organiza um grande ato público para a quinta, 8 de janeiro, na Cinelândia,
centro do Rio. A concentração começa às 15 horas. A idéia do ato, que parte
às 17h e será seguido por uma vigília, é mobilizar a população do Rio de
Janeiro para uma demonstração internacionalista de solidariedade com o povo
palestino, que vem sendo cruelmente atacado por Israel. Os organizadores
destacam a importância de que as entidades e movimentos solidários a causa
ajudem na convocação para a manifestação, pois janeiro é um período de férias
e de difícil mobilização. Mas as atrocidades cometidas por Israel exigem uma
ação enérgica e urgente. Proposta de boicote a
Israel ganha peso Militantes de diferentes
nacionalidades vêm articulando um amplo boicote aos produtos israelenses, como
uma ação firme de repúdio contra a política genocida do Estado de Israel. A
idéia é não consumir os produtos israelenses vendidos nas lojas e
supermercados. Para identificar a procedência da mercadoria, basta verificar o
código de barras, se iniciar pelos algarismos 729, é proveniente do Estado
sionista. Os organizadores do boicote ressaltam a importância de olhar o código
de barras, pois, para "enganar" o boicote iniciado na Inglaterra,
muitos exportadores israelenses ocultam o tradicional "made in
Israel". Os articuladores desse método de
protesto esclarecem que o boicote não implica em antissemitismo, pois o alvo não
são os judeus enquanto nacionalidade, mas um Estado que comete atrocidades e se
baseia no militarismo colonialista. Lembram ainda que o boicote ao regime
racista da África do Sul foi um dos fatores importantes que contribuíram para
a queda do "apartheid". No domínio universitário, o
apelo ao boicote é respaldado por 120 professores de universidades européias e
americanas (vários são de origem judaica) que defendem a suspensão do intercâmbio
com suas homólogas israelenses, especialmente na área das pesquisas científicas.
Contra tal posição elevaram-se, contudo, cerca de mil acadêmicos da Europa e
dos EUA. Em manifesto, eles afirmaram que o boicote à cooperação cultural
"viola o espírito essencial da liberdade e a busca da verdade". Ao formalizar, com outras personalidades judias, seu apoio ao movimento pró-boicote (que se dotou de um "coletivo" de mobilização em Paris) o escritor Maurice Rajsfus, de 74 anos, afirmou: "Há muitos cidadãos judeus como eu que não vivem no passado, com essa vontade de transferir o ódio para os outros, de fazer os palestinos pagarem pelos crimes nazistas. O melhor modo de não se esquecer o Holocausto consiste em evitar que outros homens, mulheres e crianças sejam reprimidos, sob indiferença geral." Fonte: Agência
Petroleira de Notícias (www.apn.org.br), com
informações do Comitê de Solidariedade à luta do povo palestino |
| Publicado: 30/12/2008 as 11h6 |
| AI-5: AFINAL, O QUE FOI E QUEM O APOIOU? |
Tornou-se lugar comum dizer que o AI-5 significou um golpe dentro do golpe e abriu caminho para os anos de chumbo da ditadura militar. É a verdade. Afinal,
se para derrubar o presidente João Goulart havia unidade entre os militares
golpistas, não havia consenso entre eles sobre o que fazer depois de afastado
"o perigo de uma república sindicalista". Uns,
como Castello Branco, queriam a volta a um regime civil em prazo não muito
longo. Seu objetivo era, retirando os militares da linha de frente, marchar para
uma democracia restritiva, com "salvaguardas" que impedissem avanços
no caminho de reformas democráticas e sociais mais de fundo. Outros,
da autodenominada "linha dura", desejavam estender no tempo o regime
recém-implantado e aprofundar seu caráter ditatorial e suas características
mais brutais. A
edição do AI-5 coroou a vitória da extrema-direita nessa disputa. Quase tão
pueril quanto culpar o inexpressivo discurso de Márcio Moreira Alves na Câmara
pelo endurecimento do regime seria responsabilizar a resistência estudantil ou
as incipientes ações de grupos armados que começavam a se organizar para
combater a ditadura. O fechamento teve sua origem dentro do próprio regime. Culpar
os que resistiram à ditadura pelo advento do AI-5 e dos anos de chumbo equivale
a responsabilizar os maquis pelas atrocidades das tropas nazistas na França
ocupada. Dito
isto, dois aspectos relacionados com a ditadura e o AI-5, em particular, devem
ser lembrados. Primeiro:
hoje, quando a questão da tortura volta à cena, por conta do debate acerca da
impunidade ou não dos torturadores, é preciso destacar a relação direta do
AI-5 com a institucionalização da tortura na ditadura. Ao proibir a concessão
de hábeas-corpus para presos políticos, o regime deu carta branca aos
carrascos. Uma vez presa, a pessoa podia ficar incomunicável pelo tempo e nas
condições em que o aparelho repressivo determinasse. Em
muitos casos – e nem vamos falar aqui dos "desaparecidos" políticos
– as prisões sequer eram legalizadas imediatamente. Dou meu próprio exemplo:
fui preso em 21 de abril de 1970. Mas durante 20 dias permaneci no limbo; a
oficialização da prisão deu-se apenas em 11 de maio. E, depois, continuei
incomunicável e sujeito a todo tipo de violência no DOI-Codi. Mas aí, pelo
menos, já existia oficialmente como preso. Por
isso, nunca é demais repetir: a transformação da tortura em política de
Estado só foi possível com o AI-5. A
segunda questão a ser destacada é que a implantação da ditadura e,
posteriormente, a edição do AI-5 não foram obra exclusiva dos
militares. Que ninguém se iluda: a ditadura militar teve apoio em parcelas da
sociedade civil. Aliás,
não é difícil ver que não poderia ser de outro modo. Pela sua dimensão e
complexidade, uma sociedade como a brasileira não viveria 21 anos sob uma
ditadura se esta não tivesse um mínimo de sustentação fora dos quartéis. O
apoio ao golpe, à ditadura e ao AI-5 na sociedade civil foi majoritário?
Certamente não. Mas existiu. (E
É JUSTAMENTE ESSA MINORIA CIVIL QUE APOIOU O GOLPE INSTITUCIONAL E NELE SE
LOCUPLETOU, QUE FAZ POLITICAS E LOBBIES CONTRA A ABERTURA DOS ARQUIVOS DA
DITADURA, AONDE APARECEM SEUS NOMES, E LUTAM POR BAIXO DOS PANOS CONTRA A NÃO
PUNIÇÃO DOS TORTURADORES COM MEDO DE QUE ELES SEJAM ATINGIDOS E TAMBEM SEJAM
PUNIDOS – Nota minha :Vilemar Costa) É
importante ressaltar este fato, porque, da forma como a história às vezes é
contada, parece que os militares eram como marcianos, ditando regras a um país
que, todo ele, aspirava voltar à democracia. Não foi bem assim. O
grande capital, tanto nacional como estrangeiro, o latifúndio e segmentos das
camadas médias (estes últimos, é verdade, de forma mais oscilante) tiveram
expressivos ganhos materiais e apoiaram decisivamente a ditadura. Recentes
reportagens publicadas na grande imprensa desvendando apoios civis a atos dos
militares são positivas – afinal, sempre é bom um país se reencontrar com a
verdadeira história. Nelas vê-se que, até mesmo entidades respeitadas por sua
tradição democrática – como OAB e ABI – fraquejaram em certos momentos e
estenderam a mão aos ditadores. Mas
se é bom destapar este baú, está faltando algo: esclarecer também o papel da
grande imprensa. Em sua maior parte, ela apoiou o golpe de 64 e, depois, o AI-5.
Aliás, no caso deste último, o velho JB foi uma honrosa exceção, com uma
primeira página histórica, editada por Alberto Dines, no dia seguinte ao AI-5.
Ela lembrava que a véspera tinha sido o Dia dos Cegos e apresentava a previsão
meteorológica: "tempo negro" e "temperatura sufocante". Mas
– é preciso que se diga – na grande imprensa tal comportamento foi exceção.
Por isso, lembrar os editoriais dos maiores jornais do país em 14 de dezembro
de 1968, o dia seguinte ao AI-5, certamente contribuiria também para a memória
nacional. Escrito
pelo jornalista Cid Benjamin Fonte:
APN
|
| Publicado: 30/12/2008 as 10h53 |
| LUPI PREVÊ CRIAÇÃO DE 1,5 MILHÃO DE EMPREGOS EM 2009 |
Brasília
- Depois de registrar em novembro a primeira queda mensal em cinco anos, o nível
de emprego com carteira assinada subirá pouco em dezembro, janeiro e fevereiro
para se recuperar somente em março. A
avaliação é do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que prevê a criação de
1,5 milhão de postos de trabalho com carteira assinada no próximo ano, apesar
do agravamento da crise financeira internacional. Mesmo
sendo uma estimativa inferior à de 2 milhões de postos criados em 2008, o
ministro se disse otimista em relação ao desempenho do mercado de trabalho em
2009. Segundo ele, a posse de Barack Obama na presidência dos Estados Unidos
provocará a retomada do crescimento econômico no Brasil a partir do final do
primeiro trimestre do próximo ano. “Em
2009, deveremos ter um crescimento forte por causa do efeito Obama, a partir de
março. Acho que os Estados Unidos já passaram pelo pior momento, e tudo o de
pior que poderia acontecer para a economia brasileira já aconteceu”, afirmou
o ministro em um encontro com jornalistas nesta segunda-feira (29), em que
apresentou as perspectivas para o mercado de trabalho no próximo ano. Para
o ministro, a expansão da economia brasileira em 2009 será de 4,5%. A
estimativa é maior que os 4% projetados pelo Ministério da Fazenda e os 3,2%
previstos no Relatório de Inflação divulgado na semana passada pelo Banco
Central. De
acordo com o ministro, um dos indícios de que o crescimento está sendo
retomado foram os dados do comércio durante o Natal, que constataram aumento
real (descontada a inflação) de 3,5% nas vendas, na comparação com dezembro
de 2007. “É importante lembrar que o crescimento ocorreu em cima do melhor nível
da história”, destacou. As
liquidações do início do ano, acrescentou o ministro, contribuirão para que
as vendas subam ainda mais nos próximos meses. “Acredito que o crescimento
vai chegar a 6% porque tem as liquidações agora, com muita gente comprando”,
concluiu Lupi. O
ministro criticou ainda os empresários que defendem a flexibilização das leis
trabalhistas para amenizar os efeitos da crise sobre o emprego: “Penso que não
é o trabalhador que tem de pagar a conta de um prejuízo que ele não fez. Na
hora dos lucros astronômicos, ninguém chamou os empregados para flexibilizar
os lucros. Esse é um caminho de esperteza e oportunismo”. |
| Publicado: 30/12/2008 as 10h45 |
| IFETS: DESAFIO DO PAÍS É FAZER DE 2009 O MELHOR ANO DA EDUCAÇÃO, DIZ LULA |
O
presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira, 29, a lei
que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia. "O
desafio do país é fazer de 2009 o melhor ano da educação", afirmou o
presidente. Na educação profissional, o objetivo é chegar a 2010 com 354
escolas técnicas em funcionamento, sendo que 214 foram construídas a partir de
2003. Com
os centros federais de educação, ciência e tecnologia, o País concretiza um
salto na educação profissional e amplia as oportunidades de educação a
milhares de jovens e adultos em todos as unidades da Federação, disse o
presidente. De acordo com Lula, o Brasil vive um momento importante na área de
ciência e tecnologia e a educação profissional, qualificando mão-de-obra, dá
lastro para o desenvolvimento econômico e social. Formação
Os
Centros, que se apóiam na infra-estrutura da rede de educação profissional
existente, promovem mudanças não só pela ampliação dos campi, mas,
principalmente, por aumentar as oportunidades de formação aos jovens. Até
2010, quando a expansão da educação profissional se completa, o Brasil abrirá
500 mil vagas nas diferentes modalidades de ensino, da educação média
integrada à formação superior em tecnologia. Para
o ministro da Educação, Fernando Haddad, a principal inovação está no
modelo pedagógico, que é o investimento na qualidade, além de oferecer aos
jovens uma série de oportunidades de profissionalização e de retorno aos
bancos das escolas. Haddad explica que esse modelo oferece ao cidadão três opções
de profissionalização: fazer o ensino médio numa escola pública e ao mesmo
tempo realizar a formação profissional na rede federal; fazer a formação
profissional depois do ensino médio, ou concretizar as duas formações ao
mesmo tempo. As
inovações promovidas no ensino médio, segundo Haddad, não param na educação
profissional oferecida pela rede federal. Ele lembra que, até 2004, os alunos
do ensino médio não tinham livro didático e que hoje isso é uma realidade; e
a Bolsa Família para estudantes de 16 e 17 anos, que começou este ano, também
ajuda a manter na escola os jovens de baixa renda. Em 2009, a expectativa do
ministro é de que o Congresso Nacional aprove um conjunto de medidas para o
ensino médio que abrange a oferta de transporte e merenda escolar, além da
extensão do programa Dinheiro Direto na Escola, ações que já contemplam todo
o ensino fundamental. Abrangência
Presentes
nos 26 estados da Federação e no Distrito Federal, os Institutos iniciam as
atividades com 168 campi. Em 2010, quando plenamente implantados, esse número
chegará a 311. Nesse mesmo prazo, as vagas serão ampliadas de 215 mil para 500
mil. A
rede vai destinar metade das vagas para o ensino médio integrado à educação
profissional; na educação superior, 30% das vagas serão para os cursos de
engenharias e bacharelados tecnológicos; 20% das vagas para as licenciaturas em
ciências da natureza (física, química, biologia e matemática); incentivará
as licenciaturas com conteúdos específicos da educação profissional e tecnológica
(mecânica, eletricidade e informática); na pesquisa e extensão vai estimular
a busca de soluções técnicas e tecnológicas. Os
38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia foram criados a
partir da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica,
que é formada pelos centros federais de educação tecnológica (Cefets),
escolas agrotécnicas federais e escolas técnicas vinculadas às universidades.
Fonte: Portal PT |
| Publicado: 30/12/2008 as 10h40 | ||
| TRABALHAR EM CASA NÃO AFASTA VÍNCULO EMPREGATÍCIO | ||
|
| Publicado: 30/12/2008 as 10h37 |
| SAÚDE ABRE OFICIALMENTE AS NOVAS INSTALAÇÕES DO PAM CENTRO |
A
secretária de Saúde do Recife visita, nesta terça-feira (30), às 15h30, a
nova sede do Centro de Saúde Recife - PAM Centro (rua 1º de Março, 90, Santo
Antônio). A transferência de endereço custou R$ 75.000,00 aos cofres
municipais. O valor foi empregado na requalificação do novo imóvel, um prédio
de três andares, e tem proporcionado mais conforto aos usuários, que contam
com uma estrutura montada para melhor atender à população. A abertura oficial
das instalações terá direito a descerramento de placa. Uma
das novidades do espaço é a sala para vacina, garantindo imunização para os
pacientes que buscarem a unidade. O centro ainda conta com farmácia, salas para
exames de raios-X e laboratoriais (incluindo citologia) e salas de nutrição,
odontologia e psicologia, além de seis consultórios para as especialidades médicas
(cardiologia, reumatologia, psiquiatria, clínica geral, urologia e
gastroenterologia). Outro destaque da policlínica é o Programa de Hipertensão
e Diabetes, ao qual estão cadastrados 5.000 usuários. “A
mudança de sede do PAM Centro faz parte de um conjunto de ações que visa
criar ambientes mais confortáveis para usuários e profissionais que trabalham
na rede, dentro de uma perspectiva de qualificação dessa organização”,
afirma a secretária Tereza Campos. Por mês, mais de 7,1 mil pessoas são
consultadas no estabelecimento médico, referência de atendimento, sobretudo,
para os moradores do centro do Recife. O horário de funcionamento é de segunda
a sexta, das 7h às 17h. Histórico
– Funcionando desde 1985 na rua da Palma, o PAM Centro era, inicialmente, uma
unidade vinculada ao antigo Inamps, do Governo Federal. Após a criação do
Sistema Único de Saúde (SUS), em 1991, o centro passou para as mãos do
Estado, sendo municipalizado quatro anos depois. Fonte:
PCR
|
| Publicado: 30/12/2008 as 10h31 | ||
| PRESIDENTE LULA CHEGA AO RECIFE ÀS 9H20, PARA INAUGURAÇÃO DE PARQUE | ||
|
| Publicado: 30/12/2008 as 10h28 | ||
| MAIS BRASILEIROS PODERÃO OPTAR POR CONTA-SALÁRIO A PARTIR DE SEXTA-FEIRA | ||
|
| Publicado: 30/12/2008 as 10h25 | ||
| MAIS BRASILEIROS PODERÃO OPTAR POR A PARTIR DE SEXTA-FEIRA |
||
|
| Publicado: 30/12/2008 as 10h13 | ||
| TRABALHAR EM CASA NÃO AFASTA VÍNCULO EMPREGATÍCIO | ||
|
| Publicado: 30/12/2008 as 10h6 |
| IFETS: DESAFIO DO PAÍS É FAZER DE 2009 O MELHOR ANO DA EDUCAÇÃO, DIZ LULA |
O
presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira, 29, a lei
que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia. "O
desafio do país é fazer de 2009 o melhor ano da educação", afirmou o
presidente. Na educação profissional, o objetivo é chegar a 2010 com 354
escolas técnicas em funcionamento, sendo que 214 foram construídas a partir de
2003. Com
os centros federais de educação, ciência e tecnologia, o País concretiza um
salto na educação profissional e amplia as oportunidades de educação a
milhares de jovens e adultos em todos as unidades da Federação, disse o
presidente. De acordo com Lula, o Brasil vive um momento importante na área de
ciência e tecnologia e a educação profissional, qualificando mão-de-obra, dá
lastro para o desenvolvimento econômico e social. Formação
Os
Centros, que se apóiam na infra-estrutura da rede de educação profissional
existente, promovem mudanças não só pela ampliação dos campi, mas,
principalmente, por aumentar as oportunidades de formação aos jovens. Até
2010, quando a expansão da educação profissional se completa, o Brasil abrirá
500 mil vagas nas diferentes modalidades de ensino, da educação média
integrada à formação superior em tecnologia. Para
o ministro da Educação, Fernando Haddad, a principal inovação está no
modelo pedagógico, que é o investimento na qualidade, além de oferecer aos
jovens uma série de oportunidades de profissionalização e de retorno aos
bancos das escolas. Haddad explica que esse modelo oferece ao cidadão três opções
de profissionalização: fazer o ensino médio numa escola pública e ao mesmo
tempo realizar a formação profissional na rede federal; fazer a formação
profissional depois do ensino médio, ou concretizar as duas formações ao
mesmo tempo. As
inovações promovidas no ensino médio, segundo Haddad, não param na educação
profissional oferecida pela rede federal. Ele lembra que, até 2004, os alunos
do ensino médio não tinham livro didático e que hoje isso é uma realidade; e
a Bolsa Família para estudantes de 16 e 17 anos, que começou este ano, também
ajuda a manter na escola os jovens de baixa renda. Em 2009, a expectativa do
ministro é de que o Congresso Nacional aprove um conjunto de medidas para o
ensino médio que abrange a oferta de transporte e merenda escolar, além da
extensão do programa Dinheiro Direto na Escola, ações que já contemplam todo
o ensino fundamental. Abrangência
Presentes
nos 26 estados da Federação e no Distrito Federal, os Institutos iniciam as
atividades com 168 campi. Em 2010, quando plenamente implantados, esse número
chegará a 311. Nesse mesmo prazo, as vagas serão ampliadas de 215 mil para 500
mil. A
rede vai destinar metade das vagas para o ensino médio integrado à educação
profissional; na educação superior, 30% das vagas serão para os cursos de
engenharias e bacharelados tecnológicos; 20% das vagas para as licenciaturas em
ciências da natureza (física, química, biologia e matemática); incentivará
as licenciaturas com conteúdos específicos da educação profissional e tecnológica
(mecânica, eletricidade e informática); na pesquisa e extensão vai estimular
a busca de soluções técnicas e tecnológicas. Os 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia foram criados a partir da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, que é formada pelos centros federais de educação tecnológica (Cefets), escolas agrotécnicas federais e escolas técnicas vinculadas às universidades. Fonte:
Portal PT
|
| Publicado: 30/12/2008 as 10h1 |
| SAÚDE ABRE OFICIALMENTE AS NOVAS INSTALAÇÕES DO PAM CENTRO |
A
secretária de Saúde do Recife visita, nesta terça-feira (30), às 15h30, a
nova sede do Centro de Saúde Recife - PAM Centro (rua 1º de Março, 90, Santo
Antônio). A transferência de endereço custou R$ 75.000,00 aos cofres
municipais. O valor foi empregado na requalificação do novo imóvel, um prédio
de três andares, e tem proporcionado mais conforto aos usuários, que contam
com uma estrutura montada para melhor atender à população. A abertura oficial
das instalações terá direito a descerramento de placa. Uma
das novidades do espaço é a sala para vacina, garantindo imunização para os
pacientes que buscarem a unidade. O centro ainda conta com farmácia, salas para
exames de raios-X e laboratoriais (incluindo citologia) e salas de nutrição,
odontologia e psicologia, além de seis consultórios para as especialidades médicas
(cardiologia, reumatologia, psiquiatria, clínica geral, urologia e
gastroenterologia). Outro destaque da policlínica é o Programa de Hipertensão
e Diabetes, ao qual estão cadastrados 5.000 usuários. “A
mudança de sede do PAM Centro faz parte de um conjunto de ações que visa
criar ambientes mais confortáveis para usuários e profissionais que trabalham
na rede, dentro de uma perspectiva de qualificação dessa organização”,
afirma a secretária Tereza Campos. Por mês, mais de 7,1 mil pessoas são
consultadas no estabelecimento médico, referência de atendimento, sobretudo,
para os moradores do centro do Recife. O horário de funcionamento é de segunda
a sexta, das 7h às 17h. Histórico
– Funcionando desde 1985 na rua da Palma, o PAM Centro era, inicialmente, uma
unidade vinculada ao antigo Inamps, do Governo Federal. Após a criação do
Sistema Único de Saúde (SUS), em 1991, o centro passou para as mãos do
Estado, sendo municipalizado quatro anos depois. Fonte:
PCR
|
| Publicado: 30/12/2008 as 9h50 | ||
| PRESIDENTE LULA CHEGA AO RECIFE ÀS 9H20, PARA INAUGURAÇÃO DE PARQUE | ||
|
| Publicado: 29/12/2008 as 10h25 |
| LULA RECEBE PRÊMIO POR DEFESA DO SOCIALISMO, DA DEMOCRACIA E DA LIBERDADE |
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi
agraciado pela espanhola Fundação Ramón Rubial devido a seu trabalho na
"defesa da democracia e da liberdade", anunciou na sexta-feira (25) a
primeira vice-presidente da instituição, Lentxu Rubial. Ele receberá, no dia 28 de janeiro, na Espanha, a
terceira edição do prêmio Ramón Rubial, nome do dirigente espanhol
socialista e primeiro presidente regional do País Basco. A entidade homenageará ainda pessoas, grupos ou
entidades que, durante 2008, destacaram-se na defesa do socialismo, da
democracia e da liberdade. O trabalho de Lula foi ressaltado "por sua
comprometida luta para melhorar as condições dos que mais precisam". As
informações são do jornal "O Estado de S. Paulo". Fonte: Portal PT |
| Publicado: 29/12/2008 as 9h5 |
| SETOR AGROPECUÁRIO COLHEU EM 2008 MAIOR SAFRA DE GRÃOS DA HISTÓRIA |
Brasília - A crise mundial dos alimentos, a explosão
dos custos de produção, o embargo europeu à carne bovina brasileira e a maior
colheita de grãos da história foram fatos que marcaram o setor agropecuário
no país em 2008. O desafio agora é encontrar um novo modelo de financiamento
para os produtores. Em relação à produção de alimentos, o ano começou
com características bem diferentes das que se verificam agora, em seu desfecho.
Antes era a crise dos altos preços dos alimentos, agora é a econômica, que
reduziu as fontes de crédito contratadas pelos produtores. Os custos de produção
aumentaram até 50% em alguns casos, influenciados sobretudo pelos
fertilizantes, que atingiram, segundo classificação de representantes do
governo e do setor produtivo, preços “abusivos”. A crise dos alimentos foi
considerada a maior dos últimos 30 anos. Uma das causas seria o aumento da
demanda em países asiáticos, principalmente China e Índia, onde a população
passou a ter acesso a produtos pouco consumidos anteriormente, como carne.
Outras causas seriam o uso do milho para produção de etanol nos Estados
Unidos, algumas secas regionalizadas, devido a mudanças no clima, e o aumento
do preço do petróleo, matéria-prima usada na fabricação de fertilizantes. Estimulados pelos bons preços
das commodities agrícolas e com condições climáticas favoráveis, os
agricultores brasileiros colheram a maior safra de todos os tempos. Foram 143,2
milhões de toneladas, um incremento de 9% em relação ao ciclo anterior. Junto
com os bons resultados no campo, uma conquista no Congresso: a Lei 11.775,
sancionada em setembro, definiu as regras da maior renegociação da dívida
rural já feita. Entraram no programa R$ 75 bilhões em débitos de 2,8 milhões
de contratos. O presidente da Comissão
Nacional de Endividamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil
(CNA), deputado Homero Pereira (PR-MT), disse que, apesar de não ter
correspondido a todas as expectativas, a renegociação foi melhor do que
qualquer contrato assinado individualmente no sistema financeiro, concedendo
descontos e ampliação dos prazos de pagamento. O período para adesão expirou
no último dia 12 e os produtores têm até o dia 31 deste mês para fazer os
depósitos exigidos. Apesar de alguns produtos agrícolas
terem dobrado ou até triplicado de preço, a renda dos produtores não aumentou
significativamente, justamente por causa do novo patamar de custo de produção.
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, disse, em abril, que o
preço dos alimentos não subiu mais, pressionando a inflação, graças à
agricultura familiar, responsável por 70% dos produtos consumidos internamente.
Ele avaliou, no entanto, que aquela crise duraria entre cinco e 10 anos. Em meio às incertezas quanto ao
novo patamar de preço dos alimentos, o Brasil entrou na briga global para
defender a produção de biocombustíveis a partir da cana-de-açúcar. Vários
críticos argumentaram que alimentos estavam sendo usados para a fabricação do
novo combustível, como é o caso do milho nos Estados Unidos, contribuindo
ainda mais para a crise. Por aqui, a crítica foi em relação
às condições de trabalho empregadas na colheita. No fim de novembro, foi
realizada em São Paulo a 1ª Conferência Internacional de Biocombustíveis. O
presidente Luiz Inácio Lula da Silva se disse “convencido” de que o debate
internacional sobre matrizes energéticas será vencido pelos biocombustíveis. Fato marcante, ocorrido no fim de
janeiro, foi a suspensão das importações de carne bovina brasileira pela União
Européia, sob alegação de falhas no sistema de rastreamento do país, que
atesta a origem dos animais abatidos. Após o reconhecimento do problema pelo
Ministério da Agricultura e a adoção de medidas para resolver as deficiências,
uma centena de fazendas foi autorizada a exportar para o bloco. Atualmente, oito
estados (Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Espírito
Santo, Paraná e Rio Grande do Sul) estão aptos, reativando um comércio que,
em 2007, gerou US$ 420 milhões em dividendos para o Brasil. Depois da colheita recorde, a
preparação para o plantio na safra 2008-2009 foi marcada por reivindicações
dos produtores, que, devido à crise econômica mundial, deixaram de ter parte
da produção comprada antecipadamente pelas trading companies. Esses
recursos representavam um terço do financiamento da safra, complementados por
empréstimos do governo e por reservas dos próprios produtores. Com a nova crise, a incerteza,
mais uma vez, sobre sua duração, e o improvável retorno do capital
estrangeiro ao setor agrícola no mesmo volume verificado até então, um novo
desafio se apresenta: que modelo de financiamento será adotado na agropecuária
brasileira? A escassez de recursos para a agricultura e tantas incertezas devem
causar redução entre 5% e 10% no volume de grãos colhidos no próximo ano.
Diante da inviável manutenção do modelo atual, técnicos da área econômica
já começaram a se reunir periodicamente para discutir possíveis alternativas.
O setor produtivo ensaia uma proposta. Na apresentação do balanço do
ano e das perspectivas para 2009 feita pela CNA, o professor da USP e consultor
da entidade Guilherme Dias afirmou que “a primeira mudança deve vir do próprio
produtor, que deve se apresentar como uma firma rural moderna, capaz de
sobreviver aos novos desafios”. Ele disse ainda que, sem transparência, não
há como montar um seguro de produção. Expansão do seguro rural, ampliação
da política de preços mínimos ou incorporação, pelo governo, da parte que
era financiada pelas trading companies. Ninguém se arrisca a dizer qual
será a saída para uma agricultura sustentável a longo prazo no país. A única
unanimidade é que o modelo atual está superado. Com tantas crises, no entanto,
é possível que, até o modelo ser implantado, muitas das reivindicações
apresentadas em 2008 se repitam ainda por algumas safras. |
| Publicado: 29/12/2008 as 8h47 | ||
| CAMPANHA DO DESARMAMENTO VAI ATÉ A PRÓXIMA QUARTA-FEIRA | ||
|
| Publicado: 29/12/2008 as 8h33 |
| RETROSPECTIVA 2008 |
Em
diferentes cenários, CUT demonstrou coerência e capacidade de mobilização e
proposição Não
foi um ano favorável a cardíacos e recalcitrantes. Teve início com a manutenção
do projeto nacionalista de soberania e fortalecimento do mercado interno. A geração
de empregos formais bateu recordes. O discurso de retirada de direitos
escondia-se num canto qualquer, envergonhado. No meio do caminho, uma eleição
municipal que puniu exemplarmente partidos que criminalizam os movimentos
sociais - embora ali, no centro, algumas agremiações partidárias permaneçam
com posições dúbias. Nos dois primeiros trimestres de
2008, crescimento econômico de fôlego - 6%. Crescimento este que premiou uma série
de ações que a CUT e seus sindicatos filiados construíram, tais como
campanhas salariais em que os ganhos reais ultrapassaram a barreira dos 80%; a
bem-sucedida luta dos trabalhadores federais públicos, cuja maior parte
consolidou não só reajustes consistentes, mas também a reestruturação das
carreiras; o aumento do crédito produtivo, que teve entre seus instrumentos a
formalização dos empregos e o conseqüente crédito consignado; a robusta
valorização do salário mínimo, que em anos anteriores vinha sendo tratado
como um mero entrave contábil; a preservação do sistema previdenciário e de
assistência social, alvo de todos aqueles que acreditam que o mundo é composto
da fórmula 2 + 2 = 5. Porém, os ventos, por volta do
quarto trimestre, começaram a mudar, em função do projeto neoliberal ainda em
curso na maior parte do planeta, e que em nosso país reside no bastião do
Banco Central (ora enganosamente glorificado pelos conservadores como aquele que
impedirá que o Brasil sofra os efeitos da crise de maneira tão intensa quanto
as mecas do capitalismo). A explicitação da crise financeira internacional foi
precedida por uma forte alta de preços de mercadorias como petróleo e comida,
setor em que os mega-especuladores tentaram se refugiar antes que papéis podres
virassem pó. Em função disso, os meses de
outubro e novembro trouxeram ao mundo o temor de uma crise sem precedentes. Isso
eriçou a euforia daqueles que, no Brasil, foram derrotados nas eleições. E
expôs toda a incoerência de seus discursos. De um lado, os grandes empresários
e as orcas do sistema financeiro clamavam, e ainda clamam, por ajuda oficial, na
forma de "socorro" monetário ou isenções fiscais. De outro, os
mesmos personagens pregam cortes de investimentos do governo federal (a que eles
chamam, de forma pedante, de gastos de custeio) e, mais grave ainda, na visão
dos trabalhadores e trabalhadoras, de corte ou suspensão "temporária"
dos direitos trabalhistas.
Em todos esses momentos, a CUT não
foi apenas coerente, mas também capaz de exercer sua influência, nascida da
enorme base que têm - mais de 7 milhões de brasileiros voluntariamente
filiados a seus sindicatos e outros 22 milhões na base, impactados diretamente
pela ação sindical da CUT - , por sua incrível capacidade de formular
propostas econômicas e políticas de inegável maturidade, e pela articulação
com os diversos atores que compõem a sociedade brasileira. Com alguns deles,
enfrentamento puro. Com outros, diálogo e pressão. Assim, formulamos um dos mais
consolidados documentos de nossa história, a Resolução da Executiva
Nacional da CUT sobre a Crise Financeira, cujo título é "Os
Trabalhadores e Trabalhadoras não Pagarão Pela Crise". Tal resolução,
em acordo com o objetivo de nossa 12ª Plenária Nacional, saiu do papel e foi
para as ruas, em grandes mobilizações como a 5ª Marcha Nacional da Classe
Trabalhadora, e em diversas ações políticas para cobrar duramente do governo,
do congresso nacional e do empresariado medidas que protejam a classe
trabalhadora dos efeitos de uma crise financeira nascida da especulação, da
cupidez e da falta de produção. Na defesa dos trabalhadores e
trabalhadoras, uma de nossas mais recentes ações deu-se em 3 de dezembro, na 5ª
Marcha Nacional da Classe Trabalhadora. Outras centrais sindicais estavam
participando, porém mais uma vez fomos protagonistas. Um dos aspectos mais importantes
de nossa atuação frente à crise, que ora se apresenta como o cenário
imediato de luta, é que a imensa maioria de nossas propostas, bandeiras e
reivindicações, são as mesmas do período em que se acreditava na bonança
financeira, econômica e social. A CUT sempre cobrou a adoção de instrumentos
que orientassem a condução política e social do Brasil rumo ao
desenvolvimento com distribuição de renda e valorização do trabalho. Entre
tais instrumentos, a garantia de contrapartidas sociais em todos os
investimentos públicos em empreendimentos privados. Algumas de nossas ações em
2008, abaixo descritas, podem servir de exemplo de nossa conduta política: Fevereiro - no
dia 14, após muita pressão da CUT, governo federal envia ao congresso nacional
o pedido de ratificação das Convenções 151 (direito à negociação no serviço
público) e 158 (fim das demissões imotivadas) da OIT - em todo o território
nacional, tem início a coleta de assinaturas para aprovação do projeto de
redução da jornada semanal de trabalho, das atuais 44 para 40, sem redução
de salários Março - finalmente,
as centrais sindicais são reconhecidas legalmente, após aprovação do projeto
1190/07. Simultaneamente, a CUT faz com que as outras centrais assinem acordo
para o fim do imposto sindical e para a criação da contribuição negocial
democrática, aprovada em assembléia. O projeto que acaba com o imposto e cria
a contribuição já foi encaminhado à Casa Civil, após pressão da CUT sobre
o Ministério do Trabalho durante as manifestações da 5ª Marcha da Classe
Trabalhadora, em 3 de dezembro, Brasília. - Dia Internacional da Mulher reúne
milhares de manifestantes em todas as regiões do país, com inegável
protagonismo da CUT - Central lança o primeiro número
de seu jornal nacional Maio - por
iniciativa da CUT, o Ministério do Trabalho e Emprego e a CBIC (Câmara
Brasileira da Indústria da Construção) formalizam convênio que garante
qualificação profissional e emprego com carteira assinada para mais de 1,3
milhões de operários da construção civil, em todo o país. A maior parte dos
operários recebia Bolsa-Família, e a requalificação tem por objetivo
proporcionar um futuro mais independente - Primeiro de Maio da CUT reúne
milhões em todo o Brasil. Em São Paulo, a festa é em São Bernardo e no Autódromo
de Interlagos. - Contag e Fetraf participam do
Acampamento da Reforma Agrária, em Brasília, e estabelecem o limite de
propriedade da terra como bandeira de luta - Ministério do Trabalho
confirma, através de recadastramento sindical, que a CUT tem 42,5% de todos os
sindicatos filiados a alguma central no Brasil
- no dia 28, mobilizações de
rua e paralisações em todo o território marcam o Dia Nacional de Lutas pela
Redução da Jornada sem Redução de Salários - greve na Scania completa 30
anos Junho - CUT vence diversas eleições
sindicais. Apeoesp é uma das mais simbólicas - CMS e CUT realizam ato contra
os juros altos, contra a especulação e por mais produção em frente à sede
do Banco Central, em Brasília - Central participa da 87ª Sessão
Anual da OIT Agosto - Central Única dos
Trabalhadores completa 25 anos de lutas e conquistas - Realizada a 12ª Plenária
Nacional da CUT, coroada pela Assembléia Popular da Classe Trabalhadora no dia
8, em São Bernardo do Campo Setembro - Realizado
o Seminário Nacional Energia, Desenvolvimento e Soberania, que reafirmou a posição
da CUT pelo fim dos leilões do petróleo, criação de um novo marco regulatório
e soberania nacional absoluta sobre as reservas da camada pré-sal - fundado, em São Paulo, o
Sindicato dos Professores do Ensino Superior Público Federal - realizadas, em várias partes
do país, mobilizações de rua para apoiar o cumprimento do Piso Nacional do
Magistério Outubro - bancários são a primeira
categoria nacional a fazer greve em meio ao alarmismo da crise financeira
internacional. Após 15 dias de mobilização, conquistam reajuste real e não têm
desconto dos dias parados - Jornada Mundial pelo Trabalho
Decente: em São Paulo, centrais fazem mobilização no Centro e unem-se a
protestos em vários países - Ato pela Democratização dos
Meios de Comunicação e pela Conferência Nacional de Comunicação Novembro - no
dia 4, CUT, bancários e metalúrgicos fazem ato pela liberação do crédito na
Paulista, centro financeiro de São Paulo - no
dia 20, 5ª Marcha da Consciência Negra Dezembro - no dia 3 e até o dia 5, CUT
mobiliza pela Marcha Nacional da Classe Trabalhadora, em Brasília - Conferência Nacional de Finanças
debate o fim do imposto sindical e as formas para a CUT organizar
democraticamente seu orçamento - Cúpula Sindical, em Salvador
(BA) Fonte: CUT-Nacional |
| Publicado: 29/12/2008 as 8h15 |
| VAMOS SURPREENDER QUEM NÃO ACREDITA NO BRASIL, DIZ LULA A MORADORES DE RUA |
Durante
tradicional encontro de Natal com moradores de rua, realizado na terça-feira
(23) em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a afirmar que
o Brasil está preparado para enfrentar os efeitos da crise internacional e
disse que demitir pessoal, neste momento, é precipitado. “Nós
vamos surpreender aqueles que não acreditam no Brasil”, afirmou o presidente.
Lula
recebeu reivindicações de representantes dos moradores de rua e falou sobre os
cuidados do governo às classes de renda mais baixa da população. “Não
tem nada mais fácil do que cuidar de pobre, porque com um pouquinho de dinheiro
uma mãe vai ao supermercado e compra tudo o que precisa. Mas cuidar de rico é
uma desgraça, custa caro”, afirmou, referindo-se aos trilhões de dólares
empenhados pelos bancos centrais de todo o mundo para ajudar os bancos afetados
pela crise. “No
Brasil, a gente não teve esse problema, não passamos dinheiro para bancos. E
se tiver que passar alguma coisa, vamos passar para quem produz e gera emprego.
Vamos passar para quem vai produzir um produto e gerar um emprego”, afirmou. “Eu
confesso que eu achava que, em São Paulo, as coisas estavam andando bem, porque
eu falei, da outra vez que vim aqui, com o prefeito. E, pelo que estou vendo, as
coisas não aconteceram”, lamentou o presidente. E continuou: “É um
descalabro as pessoas não respeitarem um ser humano apenas porque ele é
pobre”. Durante
tradicional encontro de Natal com moradores de rua, realizado na terça-feira
(23) em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a afirmar que
o Brasil está preparado para enfrentar os efeitos da crise internacional e
disse que demitir pessoal, neste momento, é precipitado. “Nós
vamos surpreender aqueles que não acreditam no Brasil”, afirmou o presidente.
Lula
recebeu reivindicações de representantes dos moradores de rua e falou sobre os
cuidados do governo às classes de renda mais baixa da população. “Não
tem nada mais fácil do que cuidar de pobre, porque com um pouquinho de dinheiro
uma mãe vai ao supermercado e compra tudo o que precisa. Mas cuidar de rico é
uma desgraça, custa caro”, afirmou, referindo-se aos trilhões de dólares
empenhados pelos bancos centrais de todo o mundo para ajudar os bancos afetados
pela crise. “No
Brasil, a gente não teve esse problema, não passamos dinheiro para bancos. E
se tiver que passar alguma coisa, vamos passar para quem produz e gera emprego.
Vamos passar para quem vai produzir um produto e gerar um emprego”, afirmou. “Eu
confesso que eu achava que, em São Paulo, as coisas estavam andando bem, porque
eu falei, da outra vez que vim aqui, com o prefeito. E, pelo que estou vendo, as
coisas não aconteceram”, lamentou o presidente. E continuou: “É um
descalabro as pessoas não respeitarem um ser humano apenas porque ele é
pobre”. Fonte: Portal PT |
| Publicado: 29/12/2008 as 8h10 |
| LEI QUE CRIA INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO SERÁ SANCIONADA AMANHÃ |
Brasília - Trinta e oito institutos federais de
educação, ciência e tecnologia (Ifets) serão criados amanhã (29) por
projeto de lei que será sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Os institutos fazem parte do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e
aumentam o número de vagas em cursos técnicos de nível médio, em
licenciaturas e em cursos superiores de tecnologia. Os Ifets surgiram a partir da rede federal de eduação
profissional composta pelos centros federais de educação tecnológica
(Cefets), agrotécnicas e escolas vinculadas às universidades. Assim, os
institutos nascem com 168 campi. A meta é chegar a 2010 com 311 campi e ampliar as vagas de 215 mil para 500 mil. A previsão é de que metade das vagas dos Ifets seja destinada ao ensino médio integrado ao profissional. Na educação superior, receberão destaque cursos como os de engenharia e bacharelados tecnológicos. As informações são do Ministério da Educação. Fonte: Agência Brasil |
| Publicado: |